
domingo, 31 de julho de 2011
Quando o barato sai caro

sexta-feira, 15 de julho de 2011
Fica tudo pro ano que vem.
O momento vivido atualmente pelo Internacional, assim, bem de longe, me lembra a década de 90. Iniciávamos um brasileiro com a única certeza de que..........não seríamos campeões. O jogo de ontem contra o Corinthians deixou isso claro.
Afirmo que o elenco atual do Internacional é o mais fraco desde 2003. Sempre foi estratégia de Fernando Carvalho manter uma base forte, um time titular com qualidade e competitividade, e reservas com capacidade para substituir os titulares. Muitos títulos vieram, alguns não, ora, não dá para ganhar tudo. Mas sempre que o Inter entrava focado, lutava até o final.
Eu não queria estar na pele de Luigi. Pegou um clube politicamente rachado, em um processo conturbado nas reformas do clube, com erros gigantescos, e com um caixa problemático. No futebol, uma folha salarial astronômica, um elenco com quase 100 jogadores, vindo de um fiasco homérico no Mundial, com um treinador desgastado com a torcida, e cheio de jogadores veteranos, com a vida feita e que já ganharam muitos títulos, ou seja, sem ambições. PEPINO.
Luigi começou a trabalhar. Propôs a parceria, para não precisar mais botar dinheiro
Cheio de desconfianças, Falcão assumiu o grupo numa seqüência de jogos incríveis. Era ÓBVIO que uma hora iria perder. Mas Falcão mesmo com pouco tempo de trabalho diagnosticou: NÃO TEMOS GRUPO PARA VENCER O BRASILEIRO. Gritaria geral, crise no Beira Rio, uma fanfarra se 2 semanas para se vender jornais. Mas um ERRO da direção em não acreditar no treinador que a própria direção contratou. Não trouxeram ninguém, não ouviram o Falcão, investiram em 3 ou 4 apostas. E o resultado é o que se vê.
Quase 3 meses depois, se vê um Inter organizado em campo, com um padrão de jogo definido, talvez fazia tempo que não víamos isso. Mas temos certeza que não venceremos o brasileiro. Porque a qualidade do grupo é baixa. No time titular, temos jogadores com baixa qualidade na defesa, jogadores lentos no meio campo, e um ataque com qualidade mediana e sem NENHUMA REPOSIÇÃO À ALTURA. Incrivelmente, a direção se enganou perante um Gauchão vencido precisando parir uma bigorna frente a um time pior e desfalcado.
O que esperar ? Esperar 2012. Sim, porque talvez até lá a ficha da direção caia. Hoje decha a janela das transferências internacionais para compra, a maioria dos vons jogadores da série A já disputou o limite de jogos para transferência. Agora, vamos com o que temos, e aguardemos o resultado. Só espero qua agora, a direção não cometa outro erro: Querer repor o grupo, inchar a folha salarial com um monte de medíocres da série B. Se é para fazer isso, que apostem na base.
Entrarei em estado de hibernação, aguardando 2012. Como fazíamos nos anos
domingo, 10 de julho de 2011
Qualidade, ou Qual Idade?

Mas quero falar a respeito de uma agradável surpresa dentro do time do Grêmio, logo eu que sempre defendi a renovação, o aproveitamento maior e melhor dos jovens valores. Particularmente eu tinha a certeza de que não seria dinheiro jogado fora, mas tinha um pé atrás e achava que o melhor desempenho seria fora das quatro linhas, como exemplo para os iniciantes.
Obviamente estou me referindo a Gilberto Silva, que apesar da idade entra em campo e assume a titularidade absoluta, com um desempenho acima da média em todos os sentidos, inclusive extrapolando as funções de meio-campista presumidamente defensivo, subindo ao ataque e fazendo gol.
Sei que posso estar sendo precipitado julgando apenas pelos dois primeiros jogos, sendo que assisti apenas o de hoje, frente ao Coritiba. Mas a qualidade do meio de campo subiu consideravelmente com a sua postura quase perfeita dentro da região mais povoada do campo. Até o Rockembach me pareceu mais à vontade em campo, e o Douglas muito mais participativo no jogo.
Se esta Comissão Técnica conseguir manter este ritmo de evolução tática de nosso time até o final do Brasileirão com este elenco, teremos grandes esperanças mas só para o próximo ano, porque 2011 não nos dá mais nenhuma possibilidade de título, exceto se subir de produção assustadoramente para ganhar mais um Campeonato Brasileiro.
A única ressalva que tenho é com a Diretoria que insiste em desfazer-se de nossos zagueiros e não trazer ninguém prá reposição, o que é temerário em um campeonato longo como é o brasileiro, pois apesar da qualidade ser relativamente satisfatória, a quantidade pode ser problema se uma daquelas fases de contusões afetar o setor defensivo gremista.
E finalmente gostaria de indagar aos colegas do Blog: ninguém mais posta nada por aqui?
domingo, 12 de junho de 2011
O CAMISA 10, TEM QUE SER DEZ, NOTA DEZ


Talvez com uma forte influência saudosista, tenho a aquela velha opinião formada sobre o que representa o “camisa dez” para um time de futebol na atualidade: tem que ser o craque do time, o maestro que rege e dita o ritmo aos seus companheiros de equipe, enfim o astro principal do espetáculo que sempre tem que estar brilhando, “chamando o jogo para si” e levando seus parceiros para cima dos adversários e, em consequência em busca das vitórias.
Isto tudo, tem que ser talento natural e espontâneo perante o grupo de profissionais envolvidos com a equipe, de forma que não se questione, nem pelos comandantes do grupo e tampouco pelos outros atletas. Tem que ser parte de sua personalidade, assumir essa postura de líder dentro do campo, independente de ser o capitão ou não.
Se alguém lembrar de quantos “dez” verdadeiros já passaram pelo Olímpico e pelo Beira Rio, hoje diríamos que já não se fazem mais “dez” como antigamente!
Nossos atuais camisas dez deixam muito a desejar nem tanto na parte técnica, mas na física e emocional são muito pouco dotados para exercer essa função em equipes com essa estirpe que são a dupla Grenal. Ou brilham por alguns minutos e se apagam durante grande parte dos jogos, ou entram em campo reclamando do juiz, dos adversários, dos bandeiras, da torcida ou qualquer contrariedade que tenham dentro ou fora do campo. Acham-se craques acima do bem e do mal, que estão fazendo um enorme favor à humanidade em entrar em campo junto com os outros jogadores “normais”, para cumprir suas “penosas” jornadas profissionais para serem merecedores de seus “humildes” salários. Acham até que nem precisam correr em campo, talvez nem gostem muito de treinar, pois acham que já sabem fazer tudo o que precisa pra resolver em campo, com seus talentos maravilhosos.
Será que eles nunca se imaginaram pegando ônibus lotado as seis da manhã, cumprindo jornadas diárias de oito horas e ganhando “milão” por mês, como a maioria daqueles que acabam pagando seus salários, indiretamente?
Mesmo tendo a oportunidade que milhares (ou milhões) de pessoas gostariam de ter, de poder seguir uma profissão rendosa que embora curta, se bem administrada reserva um futuro tranqüilo para eles. Isso quando não seguem carreira de treinador ou de empresário de jovens promissores, quando passam a ganhar dinheiro com o talento alheio.
Paulo César Caju, Tita, Bonamigo e Goiano por um lado, Paulo César Carpegiane, Jair e Alex pelo outro, foram os últimos e melhores que me vêm à cabeça no momento quando lembro dos times vencedores do passado, nem tão distante assim. Todos eram legítimos herdeiros da “dinastia da camisa dez”, sem lembrar os que não foram tão afortunados e não ganharam os títulos mais significativos da dupla. Alguns usavam outros números nas camisas, como por exemplo os atuais treinadores, mas exerciam com autoridade as funções de “dez” dentro do campo.
E agora, quais são os candidatos? Douglas e D’Alessandro?
Eles jogam realmente tudo que acham que jogam? Ou tem algumas qualidades a desenvolver para serem verdadeiros merecedores da camisa mais pesada de qualquer equipe, depois que aquele “negrinho” arisco apareceu com a camisa dez do Santos e da Seleção Brasileira no final da década de 50.
terça-feira, 17 de maio de 2011
TÁ NA HORA DA GURIZADA!


Depois da rebordosa da Libertadores da América, de colocar os pés no chão e sentir que o sonho da América já era, nada melhor do que “juntar os cacos” (tá na moda esta expressão) e parar pra pensar e repensar aonde que se quer chegar!
Discutindo (no bom sentido) com o colega Adolino, ouvi dele que se deve “pensar grande pra poder ser grande!” Ok! É uma opinião pessoal dele, e acredito que muitas outras pessoas também pensem assim, o que é positivo pois que grande tédio que seria se todos pensassem da mesma forma.
Eu já penso que pra ser grande tem que crescer com naturalidade, sem forçar a natureza. Isto quer dizer que tem que planejar aonde quer se chegar, como vai se chegar e o que podemos usar pra chegar lá. O primeiro passo é o alicerce, senão como vamos construir algo sem base, sem sustentação? Uma hora ou outra acaba caindo, e dá um prejuízo muito grande começar tudo de novo.
A dupla Grenal deixou de usar o Campeonato Gaúcho, que apesar de deficitário isto não se pode negar, para o que serve: no mínimo como laboratório para formar um time base e testar possíveis substitutos para eventualidades, em competições de maior expressão e retorno financeiro.
Com elencos inchados, folhas salariais desproporcionais as arrecadações dos clubes e muita estrela pra pouco céu, as únicas coisas que crescem assustadoramente são as dívidas. Temos diretorias que erram mais do que acertam, como nossos atacantes que chutam três (ou quatro) pra acertar um chute a gol. Não podemos sobreviver ou depender pra sempre do improviso e/ou do brilho individual de um ou outro atleta num dia iluminado.
Chega de viver do acaso, dependendo de sorte e de lances ocasionais para arrancar pontinhos chorados em todas as competições que se participe.
- Vamos raciocinar por partes:
Primeiro, o que gera renda aos clubes de futebol? (Se eu esquecer de algo, por favor ajudem!)
Venda de direitos de transmissão pras TVs.
Venda de títulos sociais e mensalidades.
Venda de ingressos.
Aluguel do estádio para eventos.
Venda da marca do clube pra produtos em geral (souvenirs).
Venda de espaço publicitário no estádio, nos uniformes, etc..
E venda de atletas formados nas bases, que se bem administrada, dá lucros enormes ou no mínimo impede que o clube se endivide (equilibra as contas). Mas como tem “N” intermediários, sobra para os clubes uma merreca quando vende bem!
A mim parece que aí está o furo por onde vaza tudo o que os clubes poderiam lucrar, começa com os treinadores sem compromisso com a política administrativa dos clubes (quando o clube tem uma política administrativa), que preferem pedir reforços caros (muitos “peixes”) a usarem atletas baratos em fase de formação, pra garantirem os resultados imediatos e assegurarem seus empregos por pelo menos uma temporada. E quando o time não está bem o que é a primeira coisa que os diretores fazem? Trocam o treinador, sem muito critério (nem salarial!!!!) apenas pra se justificar com a torcida, a mídia ou com os conselheiros cornetas!
Se a cada temporada revelarem um ou dois atletas para valorizar na próxima temporada e vender, ta garantida a folha de meio ano (claro que uma folha sem exagero). Mas pra revelar um ou dois, tem que no mínimo botar uns quatro ou cinco pra jogar, mesmo que em rodízio, mas efetivamente no time titular. Claro que outros fatores podem influenciar neste processo, a mídia por exemplo! Mas é o risco do negócio, e todo o negócio tem seu risco!
Não consigo aceitar que times formadores por natureza, pois sempre forneceram e ainda fornecem atletas para as seleções de base, não dêem oportunidades aos mesmos em seus times principais, deixando no mínimo dois ou três passarem em branco para outras equipes todos os anos.
Então, “professores”: Botem a gurizada pra jogar!
Além de terem mais vontade, empenho dentro de campo são mais obedientes às ordens táticas dos treinadores, não tem a arrogância de uns e outros que se acham a última bolacha do pacote, por ter um salário muitas vezes maior que o do próprio “professor”. Um guri que não tem um bom desempenho no fundamento passe, por exemplo, basta dizer isto a ele e botá-lo pra treinar mais passe que com certeza em dois meses ele melhora muito.Agora fala pra um medalhão que ele anda errando muitos passes e o que pode acontecer? Ninguém sabe, mas com certeza ele não vai treinar com a mesma boa vontade do guri!
Agora passou a euforia de Libertadores, Mundial, etc e tal, vamos pensar um pouco na frente, preparando a base (literalmente) para o futuro.
Quantos exemplos já tivemos por aqui mesmo, sem contar Santos, São Paulo, Flamengo, Fluminense, Cruzeiro, etc.. isto sem citar os estrangeiros.
Sem mais ilusões, a realidade está aí, na nossa cara! Folhas salariais enormes e dívidas maiores ainda, ambas aumentando a cada dia e a sala de troféus não muda nada.
Vamos usar este resto de ano, preparando atletas para a próxima temporada, é só preparar o terreno e semear, a colheita vem depois em forma de títulos e retorno financeiro.
Não sou nenhum vampiro, mas acho que está na hora de sangue novo na área!
Como disse o colega no post anterior: Reciclar, iniciar novo(s) ciclo(s), reutilizar os recursos de um novo modo.
Tá na hora da gurizada!
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Inter, Torcida e Direção - Hora de calar a boca e reciclar

Depois de uma noite de sono (sim, de certa forma o fiasco brasileiro de ontem me acalmou), acordei refletindo sobre a derrota do Inter, e o Clube em si.
Passou da hora de que todos nós colorados, do torcedor ao dirigente, passando pelo até pelo maqueiro, façamos uma reflexão sobre o time e o modo que estamos sendo como “torcedores”.
A humildade acabou, e isto está fazendo mal ao Inter. Tudo que mais detestamos no nosso rival, nos tornamos. Arrogantes.
O torcedor perdeu a humildade. Gauchão não serve mais. O time precisa dar show em todos os jogos. Copa Audi passa a valer mais que um Brasileiro que não conquistamos a 31 anos, somente para caçar níqueis e aparecer jogando contra os times Europeus. Antes ranking não valia nada, agora, temos posts de ranking toda a semana. O Inter goleará quando a torcida quiser, ignoramos a tradição de clubes como Peñarol que, quer queiram quer não, tem 3 Libertadores e 2 Mundiais a mais que o Inter. É preciso RESPEITAR.
As torcidas organizadas acham que são maiores que o Clube. Seus líderes, tem apenas ambições pessoais, querem aparecer pensando em si e não no clube. Atualmente querem fazer show para a TV, e não para empurrar o time em campo, e por conseqüência disso conseguiram promover um racha tornando o Beira Rio, antes um caldeirão, em uma marmita. O estádio não é mais o mesmo.
A direção, em rompantes de arrogância fala em arbitragem, fala dos pais dos árbitros, e fica a se preocupar mais com o rival que com o próprio clube. Enquanto isso, não conseguem enxergar as DEFICIÊNCIAS CLARAS do elenco colorado.
Pois bem, chegou a hora de nos reciclarmos, voltarmos a ser o Clube do Povo. Passemos a dar valor para as pequenas coisas, para depois nos satisfazermos com as grandes conquistas.
E a direção, por favor, olhe para o grupo. Temos uma zaga falha e velha. Temos meias que chutam muito pouco a gol, e LENTOS DEMAIS, que atrasam todo o jogo. E no futebol atual, VELOCIDADE E PROFUNDIDADE SÃO ESSENCIAIS ! Falta-nos o segundo atacante, e AGORA QUE TEMOS UM BAITA CENTROAVANTE, continuamos com LATERAIS RIDÍCULOS que insistem em consagrar os zagueiros levantando bolas do meio campo, não sendo capazes de ir uma vez sequer a linha de fundo e acertar um cruzamento, SEJA POR RUINDADE, OU SEJA POR PREGUIÇA.
E, talvez, ainda estejamos sem treinador também. Mas ainda vou dar um voto de confiança ao Falcão, pois pegar um time totalmente destroçado no meio de decisões como foi o caso, é complicado. O Inter só tem (teria) decisões pela frente, mesmo caso passasse pelo Peñarol. Uma hora o time iria perder e isso iria custar muito caro, como foi ontem. Mas ta na hora de parar de falar em “Barcelona” a todo momento, e jogar como Inter mesmo !
Queremos um time campeão, mas para isso precisamos voltar a ser OS TORCEDORES de 90.
domingo, 1 de maio de 2011
TEM QUE TER CORAÇÃO

É sempre a mesma história, um está numa fase boa quando está dando tudo certo, o atacante adversário chega na cara do goleiro, e a bola vai na trave ou para fora. O seu atacante chuta sem jeito, com três zagueiros na frente e a bola caprichosamente bate em alguém e desvia do goleiro e, rede!
O outro está no extremo oposto, seus atacantes perdem gols de formas incríveis, inperdíveis! Sua defesa falha de forma infantil entregando pontos que não poderiam ser perdidos, aí até alguns torcedores mais desequilibrados resolvem invadir treino e cobrar os atletas em seu local de trabalho.
Um troca de treinador e o elenco leva uma injeção de ânimo, que motiva até quem não queria mais nada com nada, fazendo todos correrem como nunca correram antes, e alguns até se curarem de lesões quase perpétuas.
O outro manda embora jogadores pedidos pelo treinador como num aviso de que ele pode ser o próximo a fazer as malas, e que leve junto todas as suas “malas”.
(É aquilo que já foi chamado aqui de gangorra da dupla Grenal. )
Está formada a mistura perfeita para iludir os mais fanáticos e definirem quem é favorito e quem é zebra num confronto direto.
Mas noventa minutos de clássico não são noventa minutos de jogo normal, não tem estatística ou bom/mau momento que defina o resultado. Um lampejo até de um cabeça-de- bagre, pode definir o resultado tanto positivo quanto negativo.
Um erro do árbitro então, além de ser fatal para um dos lados pode ser o início do fim da carreira dele.
Andando pela cidade na manhã de domingo de Grenal, quem ainda tem este prazer de morar nesta cidade que tem a honra de ter dois campeões mundiais, (infelizmente não é meu caso) já pode sentir-se um ar diferente, até os olhares são diferentes dos dias normais. E vocês acham que isto não passa para quem entra em campo? Dependendo da personalidade de cada um, isto pode afetar seu estado psicológico e até seu rendimento técnico/atlético.
Aí entra um fator que nem todos sabem usar positivamente, o coração! Aquela velha frase chavão de pôr o coração na ponta da chuteira torna-se realidade. E quem não tiver coração que vá jogar em outro estado da nação, ou em outro país, como quiser. Aqui não, Grenal só com muito coração, mesmo em casa acompanhando pela TV, radinho ou Internet, tem que ter coração. Mesmo em frangalhos com uma derrota ou estourando de alegria pela vitória!
Só quem tem sabe do que estou falando!
E decisão nos pênaltis então, haja coração!
Só posso lamentar a falta do Victor, nosso especialista em pegar penalidades máximas.
Mas acho que serviu de alerta aos colorados, que seu time taxado de infinitamente superior deixou escapar a oportunidade de carimbar este título de favorito, em casa e com um gol no mínimo duvidoso, pois depende exclusivamente da interpretação do árbitro, o que abre a discussão sempre que ocorre. E quando falo que time que quer ser campeão tem que superar inclusive erro de arbitragem, vejam só se o Viçosa pára prá reclamar do pênalti, o árbitro não daria e ele não faria o gol de empate.
A expulsão do Guiñazu é de praxe em quase todos os jogos, só depende do grau de eficiência e de coragem do árbitro de cada jogo, já falei isso aqui várias vezes.
Quanto às cobranças, acho que o Borges selou seu destino no tricolor e o Fernando deve ter aprendido que seriedade e concentração tem que ter até no intervalo em Grenal.
Parabéns colorados, cumpriram mais uma meta neste ano, a outra foi a classificação para as oitavas da LA.
Agora preparem seus corações que vem aí mais uma overdose de emoções, é Grenal prá matar cardíacos, como nos velhos tempos!