quarta-feira, 30 de março de 2011

A fase engana bobo.

Quem escuta programas esportivos nas rádios, já deve ter ouvido de alguns comunicadores a frase título do meu tópico. O futebol gaúcho e brasileiro atravessa um período de “engana bobo”. Estaduais, primeira fase da Libertadores, primeiras fases da Copa do Brasil iludem torcedores, e a maioria dos dirigentes dos times “de ponta”. A ficha só cai caso ocorra uma catástrofe. E no Inter e Grêmio a coisa não é diferente.


No Grêmio, o êxtase insano da torcida em relação a Renato (salvo algumas exceções) faz com que os torcedores voltem a acreditar em imortalidade e superação diante do poderoso..........Caxias. O grupo em que o Grêmio caiu na Libertadores é o segundo mais fraco (pau a pau com o do Inter), e mesmo assim o Grêmio tem 99% de chances de ficar em segundo na classificação. A direção as vezes toca no assunto, mas ninguém analisa o nó tático que o Grêmio levou em algumas partidas, como lá em Barranquilla e contra o Caxias. Mas o Grêmio, mesmo parindo uma bigorna atravessada em algumas partidas, ganhou o primeiro turno do Gauchão, está tudo certo. Ainda mais que foi graças a “imortalidade”.


Já no Internacional, a catástrofe aconteceu, e sobrou para o time B. Antes ferrar com todo mundo no B (apesar de achar necessária a limpa), do que no planejamento falho que vem sendo implantado desde setembro de 2010. O Internacional conseguiu absorver a tese “engana bobo” para dentro de seu planejamento.

O seu grupo principal de jogadores é tratado como “rainhas da Inglaterra”. Só jogam de 10 em 10 dias, para evitar o “desgaste”. Não fizeram 10 partidas ainda em 90 dias. Também não jogam em grama sintética, não jogam em campo molhado, não jogam em dias que a humidade relativa do ar esteja muito baixa, etc, etc, etc. Tudo para evitar lesões.Na conta do ano está assim: Lesões em treino = 8; Lesões em jogos = 2. Mas o Internacional está bem, está em primeiro do seu grupo da Libertadores, certo ? ERRADO.

O Internacional teve a sorte de pegar o grupo mais fraco de toda a Libertadores, tranquilamente, e mesmo assim teve algumas dificuldades contra Emelec e Jaguares em casa. Quando o Internacional pega um time que tenha um treinador capacitado e com um bom preparador físico, a coisa fica feia. Foi assim contra os times que já citei, e contra Caxias, São Luiz, Novo Hamburgo, Veranópolis. Notem, times a nível de série D nacional. Tudo porque no time do Inter não existe trabalho técnico, tático e coletivo. O Internacional parece um time de várzea que se reúne a cada 10 dias pra jogar bola e depois encher a cara de cerveja. Não há um esquema tático definido desde setembro de 2010. Não há compactação no time, não há passagem dos laterais, não há infiltração dos volantes, não há cobertura dos volantes, a zaga é uma peneira mal posicionada, o ataque fica isolado do restante do time e sobrevive graças a explêndida fase de Leandro Damião, enfim, o Internacional vence seus jogos única e exclusivamente na individualidade de seus jogadores. E incrivelmente a direção assiste a tudo passivamente, e passa a mão na cabeça do responsável por tudo isso, Celso Roth.


Hoje à noite, o Internacional jogará contra o “poderoso” Jorge Wilsterman”, da segunda divisão boliviana. Libertadores é Libertadores !, exaltam os dirigentes colorados. Se entrar com os juniores, o Inter tem obrigação de golear, devido a extrema fragilidade deste adversário. E goleará, alguém tem uma duvida ? Tudo graças a individualidade de nossos jogadores.

Tenho medo do que acontecerá logo ali na frente, quando o sapato começar a apertar, e a qualidade dos adversários aumentar. Provavelmente sofreremos um baque grande. Aí será tarde.

Alguém aqui acha que grêmio e Inter estariam hoje preparados para disputar um brasileiro com chances de título ? Dirigentes, não se iludam com este quadrimestre enganador. Torcedores, cobrem mais seus clubes.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Quanto mais eu procuro entender...


As eleições do ano passado pegaram fogo no Inter! Tínhamos três opções: um modelo totalmente novo, uma frente “moderadora” com Pedro Affattatto e outra de plena direita, liderada por Giovani Luigi. Por motivos óbvios, seria pouco provável que a vitória fugisse da direita ou da frente moderadora. Apoiado pelo então presidente Vitório Píffero e por Fernando Carvalho, Luigi venceu com folga.

Na pauta das discussões da época, a modernização do Beira-Rio. Um SHOW de gerência com a aplicação de recursos 100% Colorados na obra e uma autonomia total para administrar seu próprio patrimônio foram as bandeiras do Clube para candidatar o Gigante como sede de Porto Alegre para o Mundial da FIFA de Seleções.

Bingo! Parabéns para todos nós, viva a maquete e vendamos logo o Eucaliptos!!!

Com as coisas certas e ajustadas, em uma gestão coerente e responsável financeiramente, tudo se encaminhava às mil maravilhas. Daí o rival terceirizou efetivamente (saiu do papel) a gestão de sua casa para a construção de uma Arena novinha em folha e, a Sra. FIFA (que já havia aprovado o projeto inicial) apresentou uma nova série de encargos. O risco de perder a sede da Copa para o Grêmio falou mais alto e TUDO que Pedro Affattatto defendia (por isso se tornou oposição de Luigi) veio à tona, como um "tsunami". O pensamento de ambos era igual, contudo, Pedro queria um Beira-Rio 100% do Inter e Luigi quis a Copa no Gigante, independentemente se fosse necessário buscar um parceiro, mudando o planejamento estratégico traçado há tanto tempo, seguido à risca desde 2002.

Mas esse embate de idéias era neste tom e tão claro na época das eleições?

Venho com mais questões amigos Blogueiros...

(01) Quanto vale esta Copa do Mundo para o Inter?
(02) Projeção lá fora vai nos colocar em um patamar maior?
(03) Realizar as obras necessárias sem comprometer mais recursos do Clube manterá um bom elenco no futebol profissional nos próximos anos?

São perguntas difíceis de responder. Mas mais difícil que isso é conseguir COMPREENDER como o Sr. Luigi, em tão pouco tempo de gestão, CONSEGUIU a antipatia de seus principais apoiadores de campanha, se voltando contra tudo aquilo que ajudou a construir com estes mesmos contrariados!?

Sim senhores, foi uma medida imediatista cheio de rusgas e insatisfações, bem como de aplausos e parabenizações, dividindo com enormes rachaduras a unanimidade que existia.

A escolha foi a única existente? Não sei; mas que foi tomada sem um planejamento correto e coerente, isso foi. Sempre soltei a corneta na “terceirização” do patrimônio do co-irmão e seria uma tremenda incoerência da minha parte concordar com esta parceria aprovada em unanimidade pelo Conselho Deliberativo Colorado. Quero acreditar que a vinda do Mundial para o Beira-Rio seja tão importante ao ponto de me levar a crer que meu voto não tenha sido um tiro nas minhas próprias convicções. Mas agora fiquei preocupado!

Apenas concluindo o título do texto: ... menos eu entendo!

Saudações Coloradas

quinta-feira, 17 de março de 2011

Alecsandro e Celso Roth

Alecsandro foi importante para o Inter, mas mesmo que fosse o goleador do campeonato, sempre seria contestado pela torcida, e assim é o Celso Roth, não acredito que seja pelo episódio Mazembe, já que ganhamos a Libertadores e se for para ganhar neste ano novamente, não tem problema se perder para o Mazembe e mesmo que ele ganhe mais um titulo importante, na primeira besteira que ele fizer será vaiado pela torcida, acima de tudo, torço pelo meu Inter mas, estou curioso para ver o que ele vai fazer com o garoto Oscar, com a volta de D Alessandro, eu pessoalmente gostaria de ver Oscar em campo, prefiro que ele tire o Tinga, quanto ao time não tenho dúvida que está bem melhor e cresce a cada jogo, porém não podemos nos iludir, não foi feito nenhum teste com um time forte, até agora pegamos só galinha morta e quando o caldo entornar como vai ser? Eu não consigo ter confiança no nosso técnico, acredito que temos um ótimo elenco, mas eu prefiriria ver o Muricy com esse time, acredito que teriamos muito mais chance, mas vamos ver no que vai dar, estou confiando muito mais no instinto do nosso presidente, que na medida do possível está botando as coisas no seu devido lugar. É por isso que eu sempre falei, admiro Fernado Carvalho, deveria ter uma estátua dele no Beira Rio, estava na hora de entrar outra pessoa para melhorar o que ele começou. Saudações coloradas

sábado, 12 de março de 2011

RENATO E CELSO ROTH


Nosso treinador tricolor parece meio perdido a frente da equipe do Grêmio, em 2011. Os acertos e as boas ideias do ano passado foram substituídas por algumas invenções, típicas do "Professor Pardal" e estranhas atitudes, à beira do gramado. Não sei onde anda a cabeça do nosso técnico. Seriam as limitações do elenco, diriam vocês. Mas qual dos principais times brasileiros, que não tem limitação no elenco? Se os colorados parecem descontentes com o seu Inter, imagine o tricolor com essas atuações ridículas e preocupantes.
Nesse jogo contra o Cruzeiro, bastava ver a escalação antes do jogo para prever as dificuldades da partida. Ainda bem que o Acioli não falou nada ou porque não viu ou porque não comenta mais sobre os assuntos do Grêmio. Senão ele ia dizer que estava certo, mais uma vez.
Nesse início de segundo turno, Renato, se observarmos bem, queimou alguns jovens, escalando-os fora de posição. Maylson, por exemplo, que já é um jogador limitado na meia cancha, começou o jogo na lateral direita. Emerson, jogador de meio campo que ia a frente e fez alguns gols na Taça São Paulo, foi escalado como volante. Mario Fernandes, que vinha jogando melhor como lateral direito, passou para a zaga. Com tantas improvizações, o resultado só poderia ser esse: 2x0 para o Cruzeirinho.
Vinícius Pacheco e Carlos Alberto não preciso comentar, são "zonas mortas" contratadas pelo tricolor em 2011, com o aval de Renato.
Vem aí o Esquema 4-5-1
Um dos esquemas que voltou à pauta, não só no tricolor, mas também no Inter, é o esquema composto por cinco jogadores no meio campo, sendo dois ou três meias ofensivos, atrás da linha da bola, e um só atacante. É o esquema da moda, sobretudo, a partir dos principais times europeus que parecem jogar dessa maneira. Tanto Renato quanto Celso Roth aprovam essa ideia. Renato tem ainda uma certa prudência quanto esse sistema, mas Roth sempre foi apaixonado por esse modelo, desde os tempos de Grêmio.
No tricolor, o esquema vai ser adotado, talvez, quase sem querer -, sobretudo, depois da contusão de André Lima. Renato vai montar o time, provavelmente, com Carlos Alberto, Douglas e Lúcio, deixando o Borges solitário lá na frente. A ideia em si não é ruim, mas acontece que esse esquema tático só funciona quando o treinador tem jogadores com qualidade não só no passe e na armação das jogadas. É preciso jogadores de velocidade para apoiar o único atacante, capacidade de marcação na saída de bola para pressionar o adversário e, evidentemente, qualidade técnica para manter a posse da gorducha.
Não sei no caso do Internacional, mas o Grêmio não tem esse jogadores, e tenho a convicção que no jogo contra os peruanos, se o Grêmio jogar com a lentidão, típica de Carlos Alberto e Douglas, teremos dificuldades. Não podemos deixar o "Peru crescer", como diria o colorado Falcão. Mas começo a me preocupar e achar que um empatezinho vai ser "suado".
No início do ano, Renato deixou escapar que havia uma possibilidade de mudança no posicionamento de Gabriel, nosso bom apoiador pela direita. Antes de chegar ao tricolor, esse atleta vinha atuando na meia cancha.
Para mim, a solução de Renato poderia ser a escalação de Gabriel na meia direita, pois tem habilidade e qualidade para jogar pelo meio, efetivando Mário Fernandes na lateral, que é onde o garoto se destacou ano passado, numa das míseras descobertas que nos deixou o "filósofo sofista" Paulo Autuori.
Eu não quero ser chato em dar uma de treinador aqui nesse blog, mas se Renato jogasse com Gabriel, Douglas e Escudero, o tricolor poderia montar um 4-5-1 eficiente para o restante do certame.
Infelizmente, o treinador sempre vê as coisas diferentes do que nós torcedores, e seguimos sem entender nada do que acontece com os homens que convivem dia e noite com os atletas.
A reclamação e a insatisfação com às decisões do comando técnico são similares em Grêmio e Internacional. Será que somos ignorantes? A gente sempre antevê fracassos e não perdoa as falhas nas invenções absurdas dos nossos técnicos. Acreditamos que seja fácil escalar um time e prepará-los para as vitórias.
Celso Roth sempre diz que o torcedor é "passional" e o treinador é "racional". Nas entrevistas, não sei qual discurso é o mais sem fundamento e sem sentido, se o "racio-asnolismo " de Celso Roth ou o famoso "Migué" de Renato Portalupi.

Nem Freud explica

Senhores, as vezes faço uma auto-avaliação e acho que cobro demais do Internacional. Seria por uma questão de auto-preservação, para que o bom momento continue por décadas, seja por uma mania perfeccionista, ou mesmo evitar passar por aqueles momentos dos anos 90 novamente................Então penso: Ramão, estes caras ganharam 2 Libertadores, Mundial, Recopa, Sulamericana, eles sabem o que estão fazendo !.........Apesar de que, poderíamos ter ganho muito mais, campeonatos que simplesmente foram jogados fora pela direção e comissão técnica do Internacional.

Porém, mesmo tentando ser mais "flexível", existem coisas que não são acessíveis pelo meu pequeno capital intelectual. Aliás, creio que nem o mestre da psicanálise Sigmund Freud conseguiria explicar:

Primeiro: Os jogadores do grupo principal do Internacional atuaram em 6 partidas em 2011. Em média, 1 atuação a cada 12 dias. Tudo isso buscando uma "preservação", evitando lesões. Mesmo assim, Sóbis, Indio, Tinga, Dalessandro, Bolivar.......todos estes atletas LESIONARAM-SE TREINANDO !!!!.

Então, de repente o Inter tem 15 dias de folga, devido a uma eliminação no primeiro turno do Gauchão. São 15 dias para treinamento, CONDICIONAMENTO FÍSICO. ROTH NÃO QUIS nenhum amistoso neste período. Não haveria folga no Carnaval, mas houve devido ao trágico falecimento da mãe do Renan. Bem, fora quem já estava lesionado, todos os outros deveriam estar "na ponta dos cascos" no final deste período correto ? ERRADO !! Não é que eles jogaram uma partida contra o Ipiranga, em casa, e agora já pouparão Guinazú e Kleber no jogo contra o Caxias ? Kleber por sentir algumas dores (quem não sente ?) e Guinãzu por DESGASTE FÍSICO ! Mas que diabos é isso ? Os caras não ficaram 15 dias sem jogar justamente buscando um aprimoramento físico e tático ? Me desculpem as palavras que usarei agora, mas qualquer "peido atravessado" é motivo para que jogador do Inter fique em casa assistindo as transmissões emocionantes do Paulo Brito. Em breve não jogarão mais em dias de chuva, pois correrão o risco de um refriado. Também não jogarão mais em Bento, pois podem sofrer com os efeitos da altitude. Só mesmo o mestre "Celso Freud" para explicar...........

Segundo: Desde setembro de 2010, o Inter não tem um esquema de jogo definido. Continuamos por todo este período com o mesmo treinador. Só estas primeiras 2 frases já explicariam uma demissão por justa causa. Mas no Inter é diferente.

A direção qualificou a equipe, contratou jogadores interessantes para o ataque, jogadores afirmados. O esquema de jogo ideal para o Internacional cai de barbada nas "fuças" de qualquer um. Tenho certeza que qualquer treinador de futebol daria um dedo para trabalhar com este grupo do Inter. Bota ali um 4-4-2 clássico, e parte pro abraço. Lauro, Nei, Rodrigo (ou Indio) Sorondo ( ou Bolivar ) e Kleber; Bolatti, Guina, Dalessandro e Oscar (ou Tinga); Cavenaghi e Damião. Este é o time do Inter. É só fazer o simples.

Mas fazer o simples nunca foi uma virtude de Roth. Ele inventa 450 esquemas de jogo, tudo para escalar apenas 1 atacante, e encher de boneco no meio campo, sejam estes 3 volantes ou 3 meias. Para defender suas teorias, comete aberrações, como aquela de dizer que "Guina é meia avançado". Levou 8 meses pra retirar Mathias do time, mas bastou o time funcionar bem, e ele já vem com o balde de água fria. Aliás, água congelada, pois isto caiu como uma bigorna na cabeça dos colorados. Não é que, em virtude da impossibilidade de Dalessandro jogar, Roth ameaça jogar COM 4 VOLANTES contra o poderoso Jorge Wilstermann (nem sei se é assim que se escreve) ? Isso mesmo senhores. Volta Mathias, Bolatti, Guina e Tinga, mais Zé Roberto. Por favor, não me digam que Tinga é meia. Este time aí está na segunda divisão do futebol Boliviano. É o saco de pancada do grupo. Chance clara de 3 pontos fora de casa. Mas vamos lá jogar e contentarmo-nos com um empatezinho novamente, como foi contra o Emelec.

É por isso que afirmo que tenho um pobre capital intelectual. Só mentes "superiores" conseguem compreender isso. É muito para minha cabeça. E creio que para 99% da torcida colorada também. Talvez precisemos mesmo procurar ajuda. Se a coisa continuar deste jeito, talvez seremos nós que precisemos de tratamento psicológico, ou quem sabe psiquiátrico.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Parabéns Grêmio!!!


O futebol só tem graça se soubermos assimilar tudo com bom humor... brincadeiras a parte, parabéns ao co-irmão por ter sido competente nas fases eliminatórias e ter conquistado o primeiro turno sem demérito algum.

Esta foi a forma "irônica", mas muito autêntica que eu encontrei para parabenizar (dentro de uma rivalidade sadia) o time que soube conquistar a vaga na final do Estadual com um planejamento eficiente, se habilitando em participar do restante da competição de maneira tranquila, sem maiores preocupações até a grande final.

Saudações Coloradas

COMEMORAR É PRECISO


O ser humano , desde a criação tem perseguido algo às vezes nem sabe direito o que é, procura na vida familiar ou social, no trabalho ou na religião, uma forma de sentir-se em estado equilíbrio consigo mesmo.
Nos primórdios, até a própria sobrevivência era motivo sentir-se feliz junto dos seus iguais.
Cada conquista, por menor que seja, lhe trazem esta sensação de bem estar, que alguns podem chamar de felicidade, que mesmo fugaz e passageira fazem os corações espantarem as tristezas e baterem em ritmo de bateria de escola de samba.
Quanto mais difícil e demorada, mais intensa é a sensação de felicidade ao conseguir alcançar uma meta.
Até mesmo os livros de auto-ajuda dos grandes autores da moda na educação motivacional corporativa, aconselham que se comemore cada meta atingida, como forma de motivação para os colaboradores individualmente, e mesmo para o grupo como um todo.
Isto tudo me faz lembrar uma antiga canção “brega”, que diz em seus versos: “Felicidade não existe, o que existe na vida são momentos felizes!”
Se deixarmos passar em branco esses momentos felizes, talvez na esperança de algo maior, ficaremos sempre com o sentimento de frustração e logo seremos seres azedos e sem nenhuma graça, que ninguém terá interesse em conviver.
Óbviamente, que não devemos nos acomodar e seguir na busca de outros momentos de felicidade, maiores ou não, o que importa mesmo é ser feliz.

Por isso, acredito que mesmo o primeiro turno de um campeonato estadual, meio desvalorizado por alguns, desprezado por outros, representa uma meta atingida e deve ser comemorado sim. Principalmente nas condições em que aconteceu, (quase rotina pra quem é tricolor) uma luta pra chegar ao empate e levar à decisão nos pênaltis, onde a estrela do Victor brilhou, e os batedores mostraram a competência que os treinos trouxeram.
Com certeza, quem ficou de fora (secando) vai achar falhas e tentar desvalorizar nossa vitória, mas não tem idéia da emoção que foi! Mas pra ser gremista tem que ter coração forte, pois pra nós nada é fácil, afinal nosso time é limitado e sabe disso, o que faz valer a superação e o espírito de luta até o fim.
E parafraseando o poeta, repito: “Toda conquista vale a pena, se alma não é pequena!” e a alma Imortal, com certeza é imensa, maior que qualquer tristeza ou azedume.
Que esta “pequena” conquista seja o começo de uma nova jornada vitoriosa onde o céu (azul) seja o limite!