terça-feira, 3 de janeiro de 2012

GRÊMIO 2012




A direção do Grêmio fez aquilo que chamam de "enxugar o elenco", dispensando ou emprestando o excesso de contingente que ficaria aos cuidados de Caio Júnior.
Alguns nomes que não estão mais nos planos são discutíveis, tais como, Lúcio, que poderia ser uma boa alternativa para o Caio Jr, tanto na meia esquerda quanto na lateral. O problema de Lúcio são as contusões, que impedem o jogador de uma sequência desde que chegou ao Estádio Olímpico.
Entre André Lima e Brandão, para o banco de reserva, a opção pelo "Guerreiro" ainda seria mais viável. Mas não sei o que Pelaipe viu no ex-jogador emprestado pelo Cruzeiro, que por sua vez, obteve empréstimo do Olympique da França, nem se sabe como os franceses descobriram que Brandão faz gol e joga futebol com os pés.
Na verdade, Caio Júnior terá dificuldades, quando precisar substituir Moreno ou Kléber, olhar para o banco e perceber, que, entre Leandro, Brandão, Miralles e Viçosa, será difícil uma escolha certa. Desses nomes, só o jogador revelado na base ainda pode contribuir com alguma coisa, quanto aos demais, haja paciência do torcedor!
A defesa ainda carece de um zagueiro mais qualificado. E que os colorados não me venham dizer que Sorondo foi uma perda considerável para o Inter!
Na minha percepção, esse zagueiro da sobra teria que ser Mário Fernandes, e o lateral direito teria que vir de fora. Mas não é assim que pensa o treinador e a direção, que já se dão satisfeitos com o que se tem no momento, depois da desistência da contratação de Henrique.
Mário Fernandes pode ser vendido, por isso, Gabriel terá que ser mantido, visto que, lateral direito é coisa difícil de se encontrar no mercado.
De volantes, acho que dá pra se virar com o que sobrou, mas o meio de criação, com Douglas desinteressado, carece de um outro jogador que chame a responsabilidade.
Esse jogador tem que ser Carlos Eduardo, não pode ser apenas o corinthiano Douglas nem o colorado Giuliano. Felipe Nunes e Marco Antônio são incógnitas com a camisa tricolor; assim como o jovem Biteco, que se trata de mais uma promessa da base, assim como foi Mithyuê, Pessali, Emerson, Roberson e Maylson.
De mais a mais, tudo pode acontecer com o Grêmio em 2012. Todos os nomes, até mesmo o treinador, são escolhas de Pelaipe e Odone, não da torcida como um todo.
E essa diretoria terá seu trabalho avaliado durante toda a campanha, afinal, o que está em jogo não é só o clube, mas uma possível reeleição do presidente atual.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Sardinhas


O Barcelona é um timaço, todo mundo sabe, mas quem tiver um pouco mais de conhecimento sobre futebol sabe que o Santos não se preparou para esse confronto.
Depois do fiasco, os cronistas do grande centro tentaram justificar a derrota do time brasileiro, enaltecendo o poderio técnico do time espanhol, considerado um dos melhores times da história do futebol mundial.
Na verdade, tentaram encobrir e mascarar o fracasso e vexame do Santos, que não montou um time competitivo e teve atuação vergonhosa como representante do futebol brasileiro.
Neymar era o melhor do mundo para os paulistas e para toda imprensa. Alienados pela opinião da mídia, parte da torcida brasileira ainda acreditava nessa fábula.
Que ninguém venha mais falar em Neymar; a prova final foi essa partida. É um grande jogador, mas tem muito que aprender ainda. Talvez tivesse melhor sorte, se jogasse num time melhor, porque a equipe que o Santos montou para disputar Mundial, pode ser considerada uma equipe de nível B, do futebol brasileiro. Só Neymar e Ganso se salvam, e o próprio Ganso a muito tempo já não é mais o mesmo, o Santos perdeu a chance de vendê-lo e montar um time mais competitivo para esse confronto, todos o consideravam um craque a dois ou três anos atrás, mas o camisa 10 santista é um jogador limitado, mesmo na Seleção brasileira seria, hoje, no máximo um reserva.
A derrota do Santos serviu de lição para os clubes brasileiros sobre a questão do planejamento. Foi um vexame pior que o do Inter frente os africanos ano passado, por mais que os cronistas globais afirmem que o Barça seja insuperável.
Aposto que nem o time atual do Inter daria um vexame desses. Em 2006, o Barcelona era inferior ao atual, mas o Inter era um time superior a esse Santos de 2011, pois não dependia de um único jogador.
O Santos montou um timeco, totalmente depende de algumas firulas de Neymar, que muitos brasileiros o consideravam melhor que Messi. A duas ou três semanas, tinha brasileiro que ainda queria Neymar para ser escolhido como melhor do mundo. Agora, a gente espera que a dúvida a respeito de quem seria o melhor entre ambos esteja finalmente dissipada. Alguém aqui desse blog ainda tem alguma dúvida?
O Santos naufragou por sua própria fraqueza. O Barcelona é forte sem dúvida nenhuma, mas não precisamos esconder e mascarar a incompetência e a debilidade do alvinegro santista, que representou muito mal o nosso futebol brasileiro.
Essa é a lição

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Grêmio Imprudente




O Grêmio deverá mudar seu nome e quem sabe até o símbolo que o identifica no dia em que tiver um presidente à altura de sua grandeza. Presidente Odone é hoje um dirigente soberbo, nostálgico, orgulhoso, arrogante, teimoso, sem o apoio da maioria. Ele fracassou em todas as suas estratégias em 2011, desde jogar a torcida contra Ronaldinho até a demissão de Renato. Todos os gremistas repudiaram a atitude do atleta, mas tem gente que esquece que Assis nunca prometeu um retorno do irmão ao Olímpico. Quem afirmou ter um acerto foi o presidente do clube. O atual dirigente gremista vai agora apostar tudo no próximo ano, para não ser derrotado nas eleições, até porque não está descartada a possibilidade de um retorno do Dr. Koff, já que o Clube dos 13 faliu. E se Koff não se lançar como presidente, certamente, apoiará algum nome na oposição com grandes chances de vitória no pleito.
Com Odone, mesmo que no papel tenhamos um timaço, o tricolor corre o risco de mais um fracasso em 2012. Paulo Odone me parece um dirigente com uns conceitos muito ultrapassados em termos de futebol; e além de não ter o carisma da torcida, não tem o apoio total dos conselheiros, nem os boleiros confiam nele.

Celso Roth se despediu muito contente com a classificação do Internacional, afinal, ninguém garante que ele não seja chamado de volta para o Beira Rio como no ano passado. É possível que até seja campeão em quatro jogos, outra vez, caso Dorival Júnior não dê conta de chegar até o final da competição.
No Olímpico, enquanto Odone estiver na presidência, ele será chamado caso haja algum imprevisto ou numa emergência, se por ventura Harry Potter falhar com suas mágicas. Com Roth não caímos para série B, mas também não levaremos sequer um caneco. Na pior das hipóteses, perderemos todos os clássicos.

O grande vencedor desse campeonato brasileiro foi um gaúcho chamado Adenor Bachi, o Tite.
Com essa conquista ele entra definitivamente no rol dos técnicos realmente vencedores do futebol brasileiro. Tite superou tudo a frente do Corínthians: da eliminação na Libertadores e no campeonato paulista até a desconfiança dos paulistas, que agora devem mais essa aos gaúchos, depois do Mano Menezes.
Tite foi injustiçado no Inter, pois além de ganhar a Sulamericana, montou a base que foi campeã no ano seguinte. Não conseguiu dar continuidade ao trabalho em 2009-2010. Mas Mário Sérgio e Fossati foram piores. O título de Celso Roth foi um aborto do futebol, obtido contra São Paulo e Chivas. Seria injusto dizer que Tite também teve sua parcela de campeão da Libertadores em 2010, sem mesmo estar presente na final?
No Grêmio, foi sob seu comando que ganhamos a última Copa do Brasil. Desde 2002, que não teve mais oportunidade de voltar ao Olímpico. Não se sabe porque, quando estava disponível, os dirigentes gremistas optaram por outros nomes. O fato é que Tite está muito acima de Renato Portaluppi, Celso Roth e até mesmo Dorival Júnior.

Parabéns ao Sport Club Internacional por mais uma edição na Libertadores. É uma conquista digna de ser comemorada, sem dúvida. Mas não esqueçam, amigos colorados, que para ser digno de tanta grandeza e pelo que se esperava do elenco, essa vaguinha na Libertadores ainda é pouco, pois assim como nós tricolores, podemos perguntar: aonde está o título brasileiro da última década?




domingo, 27 de novembro de 2011

TIME DOS SONHOS


Se o Grêmio trouxer Ybson (filho do Yb), Carlos Eduardo e Osvaldo, para se juntar a Kleber mais uns poucos que se salvam no elenco como Victor, Mario Fernandes, Julho Cesar, Fabio Rochemback, Fernando, Douglas e Escudero, poderemos ter um time dos sonhos. Mas desconfio que a diretoria está apenas alimentando a ilusão dos gremistas, nessa reta final, como forma de compensação por mais um ano sem títulos e que além do Kleber, não haverá recursos para um super-time em 2012. Tomara que eu esteja errado.

Torcer para um time de futebol não tem nada de realismo, torcedor é sempre passional, pode mudar de opinião como muda o vento, ao sabor das circunstâncias.
A postura do torcida do Grêmio no Olímpico é a resposta à questão colocada, no post anterior, pelo colega Ramão, sobre a dúvida se os gremistas torceriam ou não contra Inter, nesse confronto com o time do Ronaldo-Assis.
A "empate-derrota" diante do Atlético-GO, teve gritos de protesto endereçados a Celso Roth e vibração com gol de Ronaldinho. Surpresa? Não. Se Assis anunciasse um acerto com Ronaldinho amanhã, toda a raiva e a ira dos gremistas se extinguiria. Não sou eu quem defende essa tese, as coisas humanas são assim. Ronaldinho é odiado por não estar no tricolor, não por ele mesmo.
O amor e o ódio são o mesmo sentimento.
Ver o Inter perder é sempre muito bom, não importa as circunstâncias. Lamentavelmente,
vamos pagar o pato na próxima rodada, pois do jeito que estamos jogando, dificilmente sairemos do Beira-Rio, livres de uma goleada.
Assim como o Gauchão, a dupla passa a régua na temporada de modo decepcionante. Mas também como o Gauchão, o Inter tem tudo para se redimir e jogando em casa poderá ao menos terminar em paz com sua torcida. Celso Roth disse na entrevista coletiva que o Grenal não terá peso em sua continuidade no Olímpico.
O discurso, diante das derrotas, sempre gira em torno das falhas individuais, da falta de qualidade. Ele nunca assume os próprios erros, como o treinador do Inter. Antes tinha o discurso era o título, agora tenta se firmar na tese de que o que fez foi tirar o time de uma situação difícil na tabela.
Mas sabemos que ele vai ter que trabalhar muito bem a sua equipe para não sofrer um vexame no Beira Rio, porque se trata, para ele, da síntese de seu trabalho no comando tricolor em 2012.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Pergunta séria e pertinente aos gremistas.

Nem o mais otimista dos colorados esperava que, após ser derrotado pelo Fluminense e Cruzeiro, o Inter teria chances de chegar a Libertadores 2012.

Mas o Inter conseguiu 2 vitórias seguidas, os resultados paralelos colaboraram demais, e estamos aí, lutando com as próprias forças para conseguir a vaga. E quem sabe, se tudo der certo novamente, ela pode vir já na próxima rodada, transformando o grenal em amistoso.

Mas o adversário é o Flamengo, um time que vem acoado, pressionado pela torcida, com problemas salariais, dizem que jogadores não aguentam mais o Luxa........mas um grande adversário, queridinho da mídia e da arbitragem, que tem um baita elenco, liderado por..........RONALDINHO GAÚCHO. Aqui começa minha indagação.

Até dias atrás, criou-se um clima de segunda Revolução Farroupilha aqui no Estado contra Ronaldinho Gaúcho. Traidor, pilantra, mercenário, "persona non grata" no RS. Tudo isso se ouviu sobre o R10. Pois é contra ele que o Inter vai disputar a vaga para a Libertadores. Assim como já foi contra ele que o Inter disputou o Mundial Fifa, e venceu.

A minha pergunta é ? Os gremistas, que não tem mais nada a fazer no campeonato, torcerão para o traíra mercenário ou para o Inter domingo ? O que é pior ? Ver o rival classificado a Libertadores, ou o seu desafeto, inimigo público nº 1 jogando a Libertadores ano que vem e beijando o escudo do Flamengo ?

Com a palavra, o lado azul do Blog.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

MISSÃO ARRISCADA


Nesse jogo contra o Palmeiras quem salvou o tricolor foram os garotos da base, mais uma vez. O primeiro gol com uma grande jogada de Leandro com a finalização do "estranho" centroavante Brandão, preferido de Roth; o segundo com uma jogada de raça e qualidade iniciada por Mario Fernandes, que terminou com um chutaço de Fernando. O tricolor tem a sorte de ter uma base que salva o time, quando os veteranos se arrastam em campo. E mostrou, em alguns jogos, capacidade para reverter resultados, típico do Grêmio. Lamentavelmente, o tricolor perdeu muitos pontos nessa reta final, em muitos jogos, pelos erros de Roth, embora possamos considerar que falta a tal da "qualidade" ao time seja um fator primordial.

Pela matemática, Grêmio e Inter ainda teriam chances, pois se somassem pontos nas próximas rodadas, chegariam ao grenal com a possibilidade de, pelo menos um, ir à Libertadores. As más atuações não são um privilégio da dupla, pois Flamengo, Bota-Fogo, São Paulo, Fluminense e até mesmo o Corínthians tem se mostrado verdadeiros "pipoqueiros" nessa reta final. Na minha opinião, dá Vasco nesse campeonato. E Figueirense é o único que merece a vaga no G3.
O que não nos anima, evidentemente, são essas atuações desastrosas e vexatórias fora de casa. O Fluminense foi um desastre diante do ex-lanterna, América, mas diante do tricolor gaúcho ele fará a festa com a colaboração do Roth, que mais uma vez armará um esquema ao velho estilo "Burroth", apostando em Brandão como titular e com Leandro no banco de banco de reservas. Celso Roth mereceu elogios quando acertou em alguns jogos, como o esquema com três meias ofensivos. Mas foi um desastre noutras partidas, voltando ao velho estilo Roth de escalar um time. Não sei se Jorginho seria a solução para 2012. Penso que o tricolor poderia buscar outras alternativas como o Cristóvão que voltará a ser auxiliar, quando Ricardo Gomes se recuperar de saúde. Só espero que a diretoria não me venha com Caio Júnior, Adilson Baptista ou Cuca.

Sobre o presidente gremista, qualquer torcedor percebe o amadorismo de Odone como dirigente. Ele não tem a atitude reservada e prudente que um comandante deveria ter. É um "dirigente torcedor", em excesso. O dirigente não pode ter a atitude de torcedor, o dirigente tem que direcionar o clube de um modo mais frio e racional, sem choradeira nas entrevistas.
Semanas atrás, Douglas afirmou que a direção fala demais. Essa declaração causou muita polêmica, mas o camisa 10 estava certo.
Na entrevista após o empate contra o Palmeiras, Odone quase chorou como criança, enrolou toda imprensa para não dizer nada e transferiu a responsabilidade para o atleta da mesma forma que fez com o Ronaldo Assis, no início do ano. Se Kleber aceitar o convite, já virá com uma certa desconfiança do torcedor, que sabe que ele só vem pela grana que vai receber, ou por não ter outra proposta do grande centro do país. Duda kroef era mais comedido e prudente nas entrevistas. Mas também cometeu o mesmo erro quando trouxe Borges, com um contrato longo e com uma alta multa rescisória. Se não estou enganado, o tricolor paga parte de seu salário junto ao Santos em razão de um acerto entre o jogador e o clube gaúcho a fim de não pagar a tal da multa contratual. Pois bem, o que aconteceu com o Borges, pode acontecer com o Kléber, caso ele não dê certo com a camisa gremista. O contrato será longo e a multa será altíssima. O jogador terá total garantias, numa provável saída de Porto Alegre. São esses negócios que afundaram o clube, nos últimos dez anos, mas lamentavelmente, os dirigentes não pensam dessa modo.
O Kleber Gladiador é uma aposta. Uma aposta arriscada, assim como a missão da dupla, que ainda não está morta na competição, embora seja um consenso aqui, de que está encerrada a temporada 2011, que termina com um Grenal apenas para cumprir tabela.
Apesar dos pesares, eu não jogaria a toalha ainda, sobretudo, pelo futebol pobre que os outros times - Flamengo, Fluminense, Bota-Fogo, e até mesmo o Corinthians - estão apresentando.








segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O Inter perdeu em tudo.

Estamos chegando no Natal, mas parecia Páscoa, tamanho chocolate que o Inter tomou do Fluminense ontem.

Perdeu na bola, na técnica, na tática, na individualidade, NA RAÇA, e principalmente, na inteligência.

Começou que, durante a semana, jogadores e comissão técnica do Internacional ficaram
falando que "não dava pra ir pra cima", e blablabla. Diferentemente de como joga no Beira Rio, o Internacional entrou todo CAGADO contra o Fluminense. Se portou como time pequeno.

Uma das coisas que mais me deixavam preocupado com o retorno de Damião vem se concretizando. O time parou de jogar bola, e voltou a apostar nos balões para o Damião. Esqueceram que o cara estava a 40 dias parado, está sem ritmo, e que está melhor marcado. Nos últimos 2 jogos, não criaram nada para o atacante, não recebeu nenhum passe com o mínimo de qualidade, seja por baixo ou seja por cima para que pudesse finalizar. É só balão e se vira.

Rafael Sóbis, Edinho, Deco, Marquinhos, entraram totalmente focados e deram um banho tático, mostrando como meias e atacantes devem se movimentar e procurar espaços, um banho técnico na criação e finalização das jogadas, e na raça, não perderam uma dividida sequer. E, no final, o time do Inter ainda foi burro, caindo na catimba do Fluminense, aceitando as faltas cavadas do Deco.

Abel deu um BANHO TÁTICO no Dorival Junior. Mostrou que um time pode jogar dentro e fora de casa com 2 ou 3 atacantes, que não se abdica do jogo, que a melhor marcação é aquela feita no campo do adversário. Tem jogadores inteligentes e obedientes para isso. No segundo tempo, adiantou ainda mais a marcação, e segurou o resultado ficando com a bola no pé sem sofrer pressão e sem correr riscos. Foi uma aula tática. Quanto a Dorival, acho que ficou claro que chega deste esquema cagão com apenas 1 atacante.

Enfim, uma vitória, clara, justa e sem contestação do melhor time, do melhor elenco, do melhor treinador. Não há nada a declarar ao contrário.

Quanto ao Inter, que começe a lista da faxina, que começe a reorganização do vestiário. Parece que fica claro e gritante esta necessidade no elenco colorado. E não são poucas as peças.

Um abraço a todos do sétimo colocado. Esta ninguém nos tira !