

Amigos me desculpem se estou sendo oportunista, mas após ver em toda a mídia nacional o episódio do jogador do Palmeiras João Vitor, não achei nenhuma palavra para definir o ocorrido com sua própria torcida(?) e tive que escrever aqui.
Primeiramente vou relatar o que chegou ao meu conhecimento: O J. Vitor estava na Loja do Palmeiras acompanhado de dois amigos (ou parentes), vale informar que a dita loja fica em uma região onde tem pelo menos três sedes de torcidas organizadas bem próximas, o que a transforma em uma zona de tráfego normal dos associados destas organizadas. Quando estava saindo da loja chegou um torcedor exaltado, que reclamou do rendimento do jogador dizendo que andava de carro importado e não jogava nada em campo, chegando a xingá-lo com palavrões e até chutando o carro citado. Então o jogador mais os acompanhantes desceram do carro e por estarem em maioria (covardia) agrediram o torcedor(imbecil), este após apanhar saiu e retornou logo acompanhado de mais uns doze ou quinze colegas (covardia+imbecilidade ao cubo) quando agrediram os três que o tinham surrado.
Não se trata do primeiro e certamente não será o último caso deste tipo, se não for tomada nenhuma atitude mais drástica contra estes elementos travestidos de torcedores que com o pretexto de protestar contra o desempenho dos times que torcem(?) praticam as maiores bizarrices em termos de violência e covardemente se escondem no anonimato da multidão.
Tenho desde muito, falado disto por aqui e não me interpretem como fatalista, mas seguindo nesta marcha logo teremos notícias bem mais desagradáveis em novas situações deste naipe, pois o medo imposto por estes imbecis (me perdoem mas não tenho outro adjetivo mais suave para eles) ainda vai causar uma reação exagerada de algum atleta menos dotado de controle emocional que poderá causar uma tragédia.
Como não sou profissional da área de psicologia, não sei como explicar este fenômeno que se espalha pela nossa juventude, semeando a estupidez cega causada por uma paixão(?) por uma instituição esportiva. Estamos chegando a este ponto de valorizar mais um resultado de uma partida de futebol do que uma vida de um semelhante?
Nossos torcedores já não cantam e pior ainda, não respeitam mais o Hino Nacional . Mais um sinal de falta de limites e de valores em suas formações familiares.
Eu imagino, sendo eu bancário, um acionista do banco onde trabalho me encontra na rua num dia de folga e vem me agredir verbalmente, ou até ameaçar fisicamente por que o banco não está dando lucro pras suas ações (isto é só hipótese, pois banco ganha muito).
Terei que tomar qual atitude? Acatar os desaforos e apanhar quietinho, assumindo uma culpa que não é exclusivamente minha? Transportem essa situação para suas profissões e me respondam com sinceridade.
Estas e outras coisas me desanimam cada vez mais em acompanhar futebol. Como se já não bastassem as burrices de nossos dirigentes, treinadores e atletas incompetentes, teremos que continuar convivendo com toda esta babaquice de pseudo torcedores também?
Ainda mais meu time perdendo pontos em casa nesta fase decisiva para as pretensões neste campeonato brasileiro.
Assim não tem bom humor que resista!
Primeiramente vou relatar o que chegou ao meu conhecimento: O J. Vitor estava na Loja do Palmeiras acompanhado de dois amigos (ou parentes), vale informar que a dita loja fica em uma região onde tem pelo menos três sedes de torcidas organizadas bem próximas, o que a transforma em uma zona de tráfego normal dos associados destas organizadas. Quando estava saindo da loja chegou um torcedor exaltado, que reclamou do rendimento do jogador dizendo que andava de carro importado e não jogava nada em campo, chegando a xingá-lo com palavrões e até chutando o carro citado. Então o jogador mais os acompanhantes desceram do carro e por estarem em maioria (covardia) agrediram o torcedor(imbecil), este após apanhar saiu e retornou logo acompanhado de mais uns doze ou quinze colegas (covardia+imbecilidade ao cubo) quando agrediram os três que o tinham surrado.
Não se trata do primeiro e certamente não será o último caso deste tipo, se não for tomada nenhuma atitude mais drástica contra estes elementos travestidos de torcedores que com o pretexto de protestar contra o desempenho dos times que torcem(?) praticam as maiores bizarrices em termos de violência e covardemente se escondem no anonimato da multidão.
Tenho desde muito, falado disto por aqui e não me interpretem como fatalista, mas seguindo nesta marcha logo teremos notícias bem mais desagradáveis em novas situações deste naipe, pois o medo imposto por estes imbecis (me perdoem mas não tenho outro adjetivo mais suave para eles) ainda vai causar uma reação exagerada de algum atleta menos dotado de controle emocional que poderá causar uma tragédia.
Como não sou profissional da área de psicologia, não sei como explicar este fenômeno que se espalha pela nossa juventude, semeando a estupidez cega causada por uma paixão(?) por uma instituição esportiva. Estamos chegando a este ponto de valorizar mais um resultado de uma partida de futebol do que uma vida de um semelhante?
Nossos torcedores já não cantam e pior ainda, não respeitam mais o Hino Nacional . Mais um sinal de falta de limites e de valores em suas formações familiares.
Eu imagino, sendo eu bancário, um acionista do banco onde trabalho me encontra na rua num dia de folga e vem me agredir verbalmente, ou até ameaçar fisicamente por que o banco não está dando lucro pras suas ações (isto é só hipótese, pois banco ganha muito).
Terei que tomar qual atitude? Acatar os desaforos e apanhar quietinho, assumindo uma culpa que não é exclusivamente minha? Transportem essa situação para suas profissões e me respondam com sinceridade.
Estas e outras coisas me desanimam cada vez mais em acompanhar futebol. Como se já não bastassem as burrices de nossos dirigentes, treinadores e atletas incompetentes, teremos que continuar convivendo com toda esta babaquice de pseudo torcedores também?
Ainda mais meu time perdendo pontos em casa nesta fase decisiva para as pretensões neste campeonato brasileiro.
Assim não tem bom humor que resista!





