segunda-feira, 5 de setembro de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
É PENTA!!!!!
Amigos blogueiros, apesar de alguns terem sumido, restam uns (dois prá ser mais preciso) bravos “heróis da resistência” que mantém nosso blog ainda vivo, gostaria de comentar a respeito da gurizada que conquistaram o mundial sub vinte pela quinta vez.
A atuação do time foi meio insegura em alguns momentos mas nos momentos decisivos teve a determinação e consistência necessária para a conquista, além é claro, de uma pitadinha de sorte que afinal de contas não faz mal a ninguém e sempre acompanhou os grupos vencedores.
Essa vitória serve também para mostrar ao mundo, e ao próprio Brasil, que estamos muito bem servidos de material humano e talento para a próxima década, no mínimo. E que nem só de Neymar , Ganso e Lucas depende o futuro do futebol brasileiro.
Oxalá não apareçam muitos “empresários” prá mexer e estragar as cabecinhas destes guris.
A única restrição que faço é sobre a escolha do melhor jogador do torneio, o Henrique. É certo que ele foi um dos artilheiros, mas achei o Oscar muito mais jogador nos jogos que assisti, apenas faltavam os gols que vieram até de formas inesperadas na decisão contra Portugal. Isto faz crescer meus olhos de inveja do Inter, que conta com um jogador destes em seu elenco.
Mas o assunto chega nos nossos clubes gaúchos como uma certa forma de aviso, aí está uma geração de bons valores que não podem ser desperdiçados como tantos outros já foram.
Talvez nossos dirigentes, até por interesse financeiro mesmo, comecem desde agora a pensar como vão utilizar esses atletas no elenco profissional: de uma forma planejada e organizada ou de acordo com os acontecimentos e as conveniências de cada diretoria ou comissão técnica?
Falando exclusivamente do Grêmio, nos últimos tempos temos feito tudo no improviso e conseqüentemente de forma errada. Temos sido mal administrados em todos os níveis, talvez com uma ressalva no financeiro, pois parece que o déficit teve uma bela redução da temporada passada pra cá. Mas o reflexo disto também colabora com a baixa qualidade do material humano disponível no Olímpico, o que prá mim seria até perdoável se soubesse que isto faz parte de um planejamento a longo prazo, pois seria uma etapa a ser cumprida com a certeza que haveriam melhoras no futuro. Coisa que as mudanças precipitadas não só de comissões técnicas, como de contratações e de escalações acabam desmentindo que exista qualquer tipo de plano sequer para o fim desta temporada, quanto mais para as próximas.
Até mesmo na torcida tricolor temos visto a falta de bom senso, tanto prá reclamar quanto prá incentivar. Parece que perdemos totalmente a noção do que é torcer por um clube. E prá piorar ainda mais, temos alguns setores da mídia do futebol gaúcho incentivando as babaquices tanto dos torcedores como dos dirigentes.
Mas minha índole de contestar já não é mais a mesma e me recolho a minha humilde função de torcedor que não desiste nunca , e ainda mantenho a esperança de isto tudo passar e entrarmos numa nova etapa vitoriosa, porque se os bons tempos já passaram porque a má fase não vai passar também?
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
As Mudanças Necessárias

domingo, 31 de julho de 2011
Quando o barato sai caro

sexta-feira, 15 de julho de 2011
Fica tudo pro ano que vem.
O momento vivido atualmente pelo Internacional, assim, bem de longe, me lembra a década de 90. Iniciávamos um brasileiro com a única certeza de que..........não seríamos campeões. O jogo de ontem contra o Corinthians deixou isso claro.
Afirmo que o elenco atual do Internacional é o mais fraco desde 2003. Sempre foi estratégia de Fernando Carvalho manter uma base forte, um time titular com qualidade e competitividade, e reservas com capacidade para substituir os titulares. Muitos títulos vieram, alguns não, ora, não dá para ganhar tudo. Mas sempre que o Inter entrava focado, lutava até o final.
Eu não queria estar na pele de Luigi. Pegou um clube politicamente rachado, em um processo conturbado nas reformas do clube, com erros gigantescos, e com um caixa problemático. No futebol, uma folha salarial astronômica, um elenco com quase 100 jogadores, vindo de um fiasco homérico no Mundial, com um treinador desgastado com a torcida, e cheio de jogadores veteranos, com a vida feita e que já ganharam muitos títulos, ou seja, sem ambições. PEPINO.
Luigi começou a trabalhar. Propôs a parceria, para não precisar mais botar dinheiro
Cheio de desconfianças, Falcão assumiu o grupo numa seqüência de jogos incríveis. Era ÓBVIO que uma hora iria perder. Mas Falcão mesmo com pouco tempo de trabalho diagnosticou: NÃO TEMOS GRUPO PARA VENCER O BRASILEIRO. Gritaria geral, crise no Beira Rio, uma fanfarra se 2 semanas para se vender jornais. Mas um ERRO da direção em não acreditar no treinador que a própria direção contratou. Não trouxeram ninguém, não ouviram o Falcão, investiram em 3 ou 4 apostas. E o resultado é o que se vê.
Quase 3 meses depois, se vê um Inter organizado em campo, com um padrão de jogo definido, talvez fazia tempo que não víamos isso. Mas temos certeza que não venceremos o brasileiro. Porque a qualidade do grupo é baixa. No time titular, temos jogadores com baixa qualidade na defesa, jogadores lentos no meio campo, e um ataque com qualidade mediana e sem NENHUMA REPOSIÇÃO À ALTURA. Incrivelmente, a direção se enganou perante um Gauchão vencido precisando parir uma bigorna frente a um time pior e desfalcado.
O que esperar ? Esperar 2012. Sim, porque talvez até lá a ficha da direção caia. Hoje decha a janela das transferências internacionais para compra, a maioria dos vons jogadores da série A já disputou o limite de jogos para transferência. Agora, vamos com o que temos, e aguardemos o resultado. Só espero qua agora, a direção não cometa outro erro: Querer repor o grupo, inchar a folha salarial com um monte de medíocres da série B. Se é para fazer isso, que apostem na base.
Entrarei em estado de hibernação, aguardando 2012. Como fazíamos nos anos
domingo, 10 de julho de 2011
Qualidade, ou Qual Idade?

Mas quero falar a respeito de uma agradável surpresa dentro do time do Grêmio, logo eu que sempre defendi a renovação, o aproveitamento maior e melhor dos jovens valores. Particularmente eu tinha a certeza de que não seria dinheiro jogado fora, mas tinha um pé atrás e achava que o melhor desempenho seria fora das quatro linhas, como exemplo para os iniciantes.
Obviamente estou me referindo a Gilberto Silva, que apesar da idade entra em campo e assume a titularidade absoluta, com um desempenho acima da média em todos os sentidos, inclusive extrapolando as funções de meio-campista presumidamente defensivo, subindo ao ataque e fazendo gol.
Sei que posso estar sendo precipitado julgando apenas pelos dois primeiros jogos, sendo que assisti apenas o de hoje, frente ao Coritiba. Mas a qualidade do meio de campo subiu consideravelmente com a sua postura quase perfeita dentro da região mais povoada do campo. Até o Rockembach me pareceu mais à vontade em campo, e o Douglas muito mais participativo no jogo.
Se esta Comissão Técnica conseguir manter este ritmo de evolução tática de nosso time até o final do Brasileirão com este elenco, teremos grandes esperanças mas só para o próximo ano, porque 2011 não nos dá mais nenhuma possibilidade de título, exceto se subir de produção assustadoramente para ganhar mais um Campeonato Brasileiro.
A única ressalva que tenho é com a Diretoria que insiste em desfazer-se de nossos zagueiros e não trazer ninguém prá reposição, o que é temerário em um campeonato longo como é o brasileiro, pois apesar da qualidade ser relativamente satisfatória, a quantidade pode ser problema se uma daquelas fases de contusões afetar o setor defensivo gremista.
E finalmente gostaria de indagar aos colegas do Blog: ninguém mais posta nada por aqui?
domingo, 12 de junho de 2011
O CAMISA 10, TEM QUE SER DEZ, NOTA DEZ


Talvez com uma forte influência saudosista, tenho a aquela velha opinião formada sobre o que representa o “camisa dez” para um time de futebol na atualidade: tem que ser o craque do time, o maestro que rege e dita o ritmo aos seus companheiros de equipe, enfim o astro principal do espetáculo que sempre tem que estar brilhando, “chamando o jogo para si” e levando seus parceiros para cima dos adversários e, em consequência em busca das vitórias.
Isto tudo, tem que ser talento natural e espontâneo perante o grupo de profissionais envolvidos com a equipe, de forma que não se questione, nem pelos comandantes do grupo e tampouco pelos outros atletas. Tem que ser parte de sua personalidade, assumir essa postura de líder dentro do campo, independente de ser o capitão ou não.
Se alguém lembrar de quantos “dez” verdadeiros já passaram pelo Olímpico e pelo Beira Rio, hoje diríamos que já não se fazem mais “dez” como antigamente!
Nossos atuais camisas dez deixam muito a desejar nem tanto na parte técnica, mas na física e emocional são muito pouco dotados para exercer essa função em equipes com essa estirpe que são a dupla Grenal. Ou brilham por alguns minutos e se apagam durante grande parte dos jogos, ou entram em campo reclamando do juiz, dos adversários, dos bandeiras, da torcida ou qualquer contrariedade que tenham dentro ou fora do campo. Acham-se craques acima do bem e do mal, que estão fazendo um enorme favor à humanidade em entrar em campo junto com os outros jogadores “normais”, para cumprir suas “penosas” jornadas profissionais para serem merecedores de seus “humildes” salários. Acham até que nem precisam correr em campo, talvez nem gostem muito de treinar, pois acham que já sabem fazer tudo o que precisa pra resolver em campo, com seus talentos maravilhosos.
Será que eles nunca se imaginaram pegando ônibus lotado as seis da manhã, cumprindo jornadas diárias de oito horas e ganhando “milão” por mês, como a maioria daqueles que acabam pagando seus salários, indiretamente?
Mesmo tendo a oportunidade que milhares (ou milhões) de pessoas gostariam de ter, de poder seguir uma profissão rendosa que embora curta, se bem administrada reserva um futuro tranqüilo para eles. Isso quando não seguem carreira de treinador ou de empresário de jovens promissores, quando passam a ganhar dinheiro com o talento alheio.
Paulo César Caju, Tita, Bonamigo e Goiano por um lado, Paulo César Carpegiane, Jair e Alex pelo outro, foram os últimos e melhores que me vêm à cabeça no momento quando lembro dos times vencedores do passado, nem tão distante assim. Todos eram legítimos herdeiros da “dinastia da camisa dez”, sem lembrar os que não foram tão afortunados e não ganharam os títulos mais significativos da dupla. Alguns usavam outros números nas camisas, como por exemplo os atuais treinadores, mas exerciam com autoridade as funções de “dez” dentro do campo.
E agora, quais são os candidatos? Douglas e D’Alessandro?
Eles jogam realmente tudo que acham que jogam? Ou tem algumas qualidades a desenvolver para serem verdadeiros merecedores da camisa mais pesada de qualquer equipe, depois que aquele “negrinho” arisco apareceu com a camisa dez do Santos e da Seleção Brasileira no final da década de 50.